terça-feira, 31 de maio de 2011

Retorno parcial das aulas

Ainda não foi publicada a Portaria que autoriza a contratação dos professores substitutos, mas os professores da ESEBA - em reunião - deliberaram o retorno parcial das aulas na segunda-feira, 30 de maio. O retorno indica que os alunos sem professor regente continuarão sem aula e que os demais alunos sem professores de áreas especializados (seja de Educação Física, Francês, Inglês, História), terão seus horários de entrada e saída na escola alterados a partir de terça-feira, 31 de maio. 

A escola preza pela garantia de uma educação de qualidade e não pretende “fazer remendos” que os levem na contramão da implementação de um Projeto Político Pedagógico que os diferencia e coloca em destaque no ranking das melhores escolas do Brasil e de Minas Gerais.

A perspectiva da escola com o retorno das aulas é que toda a comunidade escolar (pais, alunos e funcionários) contribua com a mobilização. Para que isso ocorra, haverá uma programação diferenciada nesta primeira semana de retorno:
  • Espaço para conversa, esclarecimento, conscientização e formação política;
  • Apresentações teatrais e musicais;
  • Resolução de situações problema com temas relacionadas à minuta de Portaria que regulamentará os Colégios de Aplicação e suas implicações na organização e funcionamento da ESEBA;
  • Abraço coletivo à escola.


A MOBILIZAÇÃO CONTINUA!

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Relatório Parcial

Hoje foi entregue um relatório parcial para o professor Flávio Popazoglo, composto dos seguintes tópicos:
  • Formação de professor e o estágio
  • Definição e importância de se escrever um relatório
  • Colégio de Aplicação e a ESEBA
  • Reunião com os professores da ESEBA (1º contato)
  • Observações de aulas (Três aulas da Profª. Maria das Graças)
  • Paralisação (6, 9 a 27 de maio de 2011)

A turma 8º ano B

A turma é composta de 23 alunos, sendo 13 homens e 10 mulheres.
Segue abaixo a lista dos alunos da turma 8º ano B, sala 1N 145.

  • Alyssiane  
  • Amanda
  • Ana Carolina
  • Andressa
  • Bárbara
  • Danilo
  • Domitila
  • Fabrício
  • Gustavo
  • Hudson
  • Isadora
  • João Vitor
  • Leonardo
  • Lucas
  • Maria Emília
  • Maria Luiza
  • Matheus Cunha
  • Matheus Martins
  • Michael Jhordy 
  • Rafael
  • Silvio
  • Vagner
  • Vitória

Continuação da Paralisação

No dia 19 de maio, em reunião com o Reitor da Universidade, o mesmo declarou apoiar o movimento, mas também ressaltou que a UFU não tem capacidade para contratar esses professores, sendo isso uma demanda do MEC. Nesse dia também foi regulamentada a contratação de professores para às instituições de ensino superior, o que não abrange a ESEBA. Além disso, foi informado que os professores receberam seus salários atrasados, mas que ainda continuam sem contrato. A paralisação foi estendida até dia 23 de maio.
No dia 20 de maio, o ESEBA divulgou em seu site uma carta aberta ao público, esclarecendo os motivos da paralisação em prol da manutenção da qualidade da educação básica do colégio, conquistada há 34 anos, ameaçada, entre outros, pela não contratação de professores substitutos na instituição.
O dia 23 de maio foi marcado por reuniões e discussões, inclusive com o deputado Gilmar Machado, sua assessora Vilma e o vereador Neivaldo para pedir apoio referente à contratação de professores. Frente a colocações de professores, pais e diretora da escola, o deputado afirmou que vai colaborar para regularização dos CAps.
Nos dias 24 e 25 de maio os professores se reuniram a fim de avaliar o movimento e deliberar ações. Na reunião do dia 26 comentou-se a ida à Brasília e a composição do grupo de professores e colaboradores da manifestação política, junto aos pais. Houve debates sobre como administrar a precarização do trabalho e sobre ser contraproducente aplicar alternativas para contornar esse contexto. A diretora afirmou que o prazo para divulgação da Portaria que regulamentará a contratação de professores substitutos nos CAps é de 27 de maio.
A paralisação continua no dia 27 de maio, no qual será realizada uma reunião com os pais para debater os desdobramentos da publicação desta portaria e delinear os rumos do movimento.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Paralisação ESEBA

No dia 14 de fevereiro de 2011, o Governo Federal fechou o sistema de contratação de professores substitutos, com base na Medida Provisória nº 525, para todas as Universidades do Brasil. A ESEBA está com cinco professores substitutos trabalhando sem contrato e sem receber seus devidos salários. Visto este empasse, os diretores e reitores dos 17 Colégios de Aplicação (CAps) existentes nas Universidades Brasileiras, estão reunidos em Brasília buscando soluções junto ao Ministério da Educação (MEC).
As contratações dos professores só ocorrerão após a Edição da Portaria (prazo de 60 dias – regulamentação dos CAps e revisão dos contratos temporários) e com a abertura do sistema para contratar mais dois professores em substituição de Aposentadoria e Licença de Gestação. Isto aconteceria no dia 11 de abril de 2011, mas não aconteceu até hoje.
Os professores da ESEBA se reuniram nos dias quatro e cinco de maio e optaram por paralisarem as aulas no dia 06 de maio em protesto contra essa situação que prejudica tanto os professores quanto os alunos, apoio aos colegas e expectativa de reconhecimento por parte do MEC das necessidades dos CAps. Além disso, visam reivindicar a contratação de mais sete professores. É preciso ressaltar que este problema não é local, mas nacional.
No dia 06 de maio, a ESEBA disponibilizou no site da escola as questões que levaram à paralisação das aulas no recinto. Os professores juntamente com a ADUFU e ANDES conversaram sobre a situação nacional e local dos CAps, a importância do envolvimento e mobilização política de toda a comunidade e a necessidade de se organizar grupos de trabalhos. Esses grupos foram divididos em assuntos pertinentes ao movimento: legislação, carreira, articulação política e comunicação e mídia. Os grupos estudaram documentos oficiais, buscaram informações sobre a mobilização de outros CAps, informaram a mídia impressa e falada, distribuíram funções e elaboraram um plano de ação a curto e médio prazos.
            O MEC afirma que não autorizou a inscrição dos professores contratados na folha de pagamento da União e por isso não se responsabilizará pelo pagamento dos professores que assumiram as aulas até o presente momento. Em contrapartida, a UFU se responsabilizará pelo pagamento integral de todos os professores que trabalharam e ainda não receberam. Estes profissionais não devem retornar às suas atividades, pois a Universidade não tem condições financeiras a fim de garantir os próximos pagamentos até que se resolva a liberação de contratação por parte do MEC.
A paralisação continuou no dia 09 de maio pelos seguintes motivos: o pagamento ainda está pendente e dois representantes da ESEBA participaram da reunião do ANDES (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições do Ensino Superior) em Brasília.
As discussões sobre a Minuta de Portaria Normativa (proposta do MEC) continuam. Os funcionários da ESEBA estão inseguros com a possibilidade de precarização dos CAps que está com falta de professores em sala de aula e os recém-contratados não estão recebendo. As consequências desta Minuta abordam: perda de autonomia das Instituições de Ensino Superior para regulamentar os CAps; salas com aproximadamente 50 alunos; professores ministrando o dobro de aulas (carga horária elevada) e atividades de pesquisa e extensão, reuniões coletivas, retornos, atendimento aos pais comprometidos.
Até o momento presente, a ESEBA conseguiu a garantia de uma reunião do setor da ANDES denunciando o projeto do MEC em relação à precarização dos CAps, maior apoio das associações sindicais em âmbito nacional, maior articulação entre os colégios. Além disso, um prazo de no máximo 10 dias foi estabelecido para resolver o problema dos contratos, independentemente da Portaria Normativa; houve elaboração de uma pauta de reivindicações que será levada para a reunião em Brasília no dia 10 de maio; os princípios e apontamentos construídos coletivamente pelos CAps foram apresentados para nortear a construção da Portaria Normativa que atualizará a regulamentação no MEC e a ADUFU acompanhará os representantes da ESEBA na reunião com o reitor. Os professores estarão reunidos a fim de criar estratégias de ampliação do movimento político, contando com o envolvimento da comunidade escolar e demais setores da UFU.
No dia 10 de maio, uma nova reunião deliberou a continuidade da paralisação das aulas no dia 11 de maio. Além da paralisação na Escola Básica de Uberlândia, existe a paralisação do Colégio de Aplicação do Rio de Janeiro.
Os grupos de trabalho apresentaram alguns resultados ao longo das discussões: GT Legislação – apresentou reflexões sobre a Medida Provisória nº 525; produção de um documento; GT Mídia/Comunicação – elaborou materiais de divulgação como faixas, cartazes, panfletos, braçadeiras nas cores azul e amarela (cor da escola); GT Articulação – confirmou o contato com os outros Colégios de Aplicação e organizou a escolha dos representantes do Comitê para a reunião com o reitor.
No dia 11 de maio, pela manhã, os professores organizaram uma panfletagem nos três campi da Universidade Federal de Uberlândia (Santa Mônica, Umuarama e Educação Física). O objetivo foi esclarecer à comunidade universitária os motivos da paralisação e buscar o apoio dos demais setores da UFU. À tarde, os resultados dos trabalhos de manhã foram socializados e as informações sobre as duas reuniões (primeira com o Deputado Federal Gilmar Machado e segunda com a comissão do MEC) ocorridas em Brasília foram repassadas. O deputado comprometeu-se em contatar o secretário da SESU/MEC com a finalidade de agilizar o processo de contratação de professores.
Discussões a respeito da importância do movimento em prol da não precarização das instituições de educação básica estão sendo feitas e os membros concordam com a ação de desvincular a contratação de professores a uma Portaria, pois a mesma dificulta os trabalhos das instituições educacionais. O Ministério da Educação diz que as Instituições Federais de Ensino Superior deveriam ter comunicado ao órgão antes mesmo de convocarem os professores aprovados no concurso.
Os professores buscam estabelecer um canal de diálogo com o Ministério da Educação para resolverem a questão da contratação dos professores substitutos independentemente da reedição da Portaria.
O MEC pretende diminuir o número de professores contratados dos Colégios de Aplicação, postura esta que preocupa muito os funcionários da ESEBA. A escola tem desenvolvido um processo de educação que prioriza a qualidade do trabalho (professores qualificados e que disponham de condições de trabalho adequadas) para desenvolver atividades de extensão e pesquisa. Caso o MEC execute tal proposta, essas atividades ficarão extremamente comprometidas.
Até o dia 12 de maio as contratações dos professores, bem como seus pagamentos atrasados não foram efetivadas, por isso, os professores deliberaram pela continuidade da paralisação. Houve uma manifestação pacífica na Reitoria da UFU, ao mesmo tempo em que ocorreu uma reunião com o reitor a fim de esclarecer os motivos da continuidade da paralisação, solicitar o apoio do reitor para que as contratações sejam efetivadas e solucionar o problema da falta de pagamento dos salários.
Os professores planejaram uma aula pública com o objetivo de prestar esclarecimentos sobre a paralisação, compartilhar as atividades realizadas e avanços obtidos desde o dia 06 de maio, apresentar a agenda do movimento e buscar o apoio do restante da comunidade ESEBA (12/05/2011). Além disso, foram destacados os pontos negativos e positivos da entrevista veiculada pela TV Paranaíba: alguns cortes foram realizados, o que prejudica o repasse adequado das informações aos telespectadores. O vereador Professor Neivaldo convidou os docentes para que os mesmos fizessem esclarecimentos na Câmara Municipal de Uberlândia.
Em reunião com o reitor da UFU, professores da ESEBA e membros da ADUFU, o reitor expôs as dificuldades existentes para viabilizar o pagamento dos docentes que estão sem receber a aproximadamente três meses. O mesmo informou que não haverá corte no pagamento dos professores da ESEBA devido à paralisação, mas que será necessária a elaboração e execução de um calendário de reposição das aulas. O reitor ainda manifestou preocupação em relação à precarização e perda de autonomia dos CAps e desconhecimento de como viabilizar o funcionamento das aulas na Escola caso não haja abertura para contratação de substitutos. Foi escrita uma carta conjunta a partir desta reunião para socializar a situação que vem ocorrendo na Universidade.
Como ato simbólico, os professores doaram sangue pela educação no Hemocentro de Uberlândia no dia 13 de maio. O evento contou com a participação de 40 pessoas (professores e apoiadores da causa) e foi filmado pela equipe da TV Paranaíba.
No dia 16 de maio, os professores se reuniram na escola com a intenção de ampliar o movimento para outras instâncias da UFU, criar um Fundo de Solidariedade para os professores que não estão recebendo o salário e organização da reunião Colegiada Ampliada no dia 17 de maio, na qual será discutido a situação da ESEBA e o corte do salário dos professores substitutos da UFU. Nas reuniões, os docentes identificaram pontos positivos da paralisação, dentre eles, o estreitamento de relações com a comunidade escolar.
No site da ESEBA, a diretoria comunicou que nos dias 16, 17 e 18 de maio não haverá aulas devido à continuidade da paralisação. Enquanto isso, nós estagiários, estamos analisando e sugerindo propostas de trabalhos a partir dos documentos disponíveis no site da escola. Nos horários da disciplina Estágio 1 (segunda, terça e sexta), a turma está se reunindo com o professor Flávio Popazoglo, a fim de promover discussões, conversas e relatos sobre as primeiras atividades desenvolvidas antes da paralisação e o que faremos no decorrer da mesma.

domingo, 8 de maio de 2011

O Bochecho

Existem três fatores que devem estar presentes para que ocorram as cáries:

o    Placa bacteriana
o    Açúcar (proliferação)
o    Dente pouco resistente

O flúor é uma substância que deixa mais forte a superfície do dente (esmalte), protegendo-a contra os ataques ácidos da placa bacteriana que podem provocar cárie.

Formas recomendadas do uso do flúor:
o    Flúor na água de abastecimento da cidade
o    Flúor nas pastas de dente
o    Bochechos (diários ou semanais)
o    Aplicação tópica pelo dentista (flúor em gel)



Bochechos Fluoretados

O bochecho com solução de fluoreto de sódio (NaF) apresenta resultados positivos durante a sua utilização na prevenção da cárie dentária. As soluções recomendadas para a técnica são o fluoreto de sódio a 0,05% para bochechos diários e a 0,2% para bochechos semanais. Identifica-se um método vantajoso na redução na incidência da cárie dentária, reforço na capacidade de resistência do esmalte (ação remineralizadora e cariostática) e inibição enzimática das bactérias da placa.

É um método abrangente e seletivo, e ainda permite continuidade de aplicação e exercício da educação preventiva, além de ter um custo reduzido, por isso muitas vezes se apresenta como método preventivo de escolha em Saúde Pública. É também de fácil e segura aplicação, mas deve ser recomendado após avaliação profissional de sua real necessidade, não sendo indicados para crianças menores de seis anos (Amarante, 1983).




Importância do Flúor:
  • O fluoreto tem efeito preventivo de cárie não só em crianças, mas também nos adultos. 
  • As lesões cariosas podem ser paralisadas pela aplicação tópica (local) de flúor.
  • Os fluoretos aumentam a tendência de remineralização de cáries iniciais.
  • Os fluoretos fortalecem o esmalte e dentina, reduzindo a solubilidade dos mesmos em meio ácido.
  • Os fluoretos diminuem a capacidade de adesão aos dentes pelos microrganismos.
  • Os fluoretos têm efeito antimicrobiano, reduzindo a capacidade da placa bacteriana para produzir ácido.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Aula 3

05/05/2011
1º evento
A aula não ocorreu no laboratório de Ciências e sim no laboratório de Geografia, por isso não foi necessário o uso de jaleco. Como só tem um equipamento por área e a professora Claudia já estava com o mesmo montado no laboratório de Geografia, as professoras compartilharam o uso do notebook e datashow.

2º evento
Aluno novo na turma, transferido de outra escola. A professora lhe deu boas vindas.

3º evento
Muita conversa durante a explicação. A professora fez muitas interrupções.

4º evento
Maicon levantou sem pedir autorização para a professora. Ele iria entregar um bilhete do outro lado do laboratório. A professora pediu que ele colocasse o bilhete em cima de sua mesa e começou os conselhos e as broncas. Durante esse momento de reflexão, a professora pegou novamente uma série de alunos passando bilhetinhos. Mais uma vez foi o momento de broncas: a professora disse que esse e outros problemas da sala deverão ser resolvidos urgentemente.

5º evento
Apesar da conversa, alguns alunos fizeram perguntas e relataram experiências pertinentes sobre o conteúdo (documentário na Discovery Channel), colaborando com a aula.

6º evento
Os slides da professora não possuem plano de fundo, são muito simples. As imagens ficaram muito pequenas, pois o datashow estava muito próximo do quadro. Além disso, não foi utilizado o modo “full screen”.

7º evento
Não deu tempo de corrigir os exercícios (7 questões) referentes ao conteúdo manguezal.

8º evento
A próxima aula será no laboratório de Ciência e é obrigatório o uso de jaleco.

Aula 2


03/05/2011

1º evento
Bochecho – a escola oportuniza de 15 em 15 dias que os alunos façam bochecho e uma vez no mês, recebem violeta nos dentes para verificação de placas e cáries. Atualmente, essa saída acontece no inicio das aulas para que o andamento das mesmas não seja acometido.

2º evento
Organização da sala – atividade em grupo na aula anterior.
Volta do bochecho – alunos não obedeceram ao combinado, de voltar em silêncio.

3º evento
Uma estagiária passou na sala para recolher um questionário para o TCC dela e isso causou uma movimentação na sala.
  A professora perdeu 20 minutos desde o início dos eventos

4º evento
A professora definiu a matéria da prova.

5º evento
A professora passou sete questões no quadro referente aos gráficos distribuídos na aula passada. Durante a cópia muitas conversas, cantorias e bagunças. A professora parava a todo o momento para organizar a sala.

6º evento
A próxima aula será no laboratório e por isso é obrigatório o uso de jaleco. Além disso, a professora irá dar visto nos cadernos.

7º evento
Vários alunos durante a aula jogaram bolinha de papel uns nos outros. A professora pegou somente dois alunos brincando. Em um primeiro momento ninguém manifestou a autoria da brincadeira, mas depois de uma “ameaça”, a menina confessou. A professora deu bronca e disse que os dois ficariam na sala durante o recreio para que eles pudessem conversar.

Aula 1

Aqui está um relato da primeira aula que acompanhamos:


29/04/2011
1º evento
A professora perdeu 10 minutos para organizar a sala de aula – no terceiro horário a turma fez uma atividade em grupo. Saíram para o recreio e não organizaram a sala. Quando voltaram, também não reorganizaram as filas.

2º evento
Ventilador – um aluno pediu para a professora ligar o ventilador, pois estava calor ao retornar do recreio para a sala. Os demais alunos não queriam, pois estavam com frio. Abrir a janela não foi possível, pois a mesma não abre totalmente por causa da grade do lado de fora. A professora então ligou o ventilador só um pouco e depois desligou, atendendo assim, os dois grupos.

3º evento
A aluna da fileira da porta conversa constantemente com o ultimo aluno da fileira da janela. Os dois estudaram juntos no 7º ano e este ano, sentavam um na frente do outro. Com o mapeamento de sala os dois foram separados, mas não adiantou muito.

4º evento
A turma é dispersa, conversa a qualquer brecha da professora, porém são alunos participativos quando a professora faz perguntas.

5º evento
A atividade proposta pela professora (manguezal, gráficos) será retomada na próxima aula, devido aos diversos conselhos, broncas e conversas da professora com os alunos.

6º evento
A professora avisou que a Avaliação – 12/05 valerá seis pontos; e será sobre cnidários.

7º evento
Indisciplina – vários alunos não estão fazendo a atividade proposta e estão bagunçando.
Brincadeira com a calculadora, fingindo ser um “celular”.
Conversas. A professora tira dúvidas individuais nas carteiras e tenta manter a ordem.

Primeira reunião

Na primeira reunião com a professora responsável pela turma, Maria das Graças Monte, ela explicou um pouco sobre a rotina de trabalho da escola ESEBA. Explicou que a sala de aula é um ambiente marcado por eventos diversos e que temos que prestar atenção neles, para podermos saber lidar com a diversas situações, por exemplo, a chegada de alguém para dar um recado, a saída dos alunos para o bochecho quinzenal na escola, entre outros.
Além disso, a professora explicou que no ESEBA, quando algum conteúdo fica sem ser bem trabalhado no ano anterior, os alunos não ficam sem essa matéria, ela é retomada no ano seguinte para que eles não saiam prejudicados. Dessa forma, o oitavo ano está retomando pontos sobre o Reino Animal, que é matéria de sétimo ano. Assim, são feitas várias interligações com a matéria do oitavo ano, que é o Corpo Humano.
A turma realiza diversos trabalhos com textos, que contextualizam os assuntos e a professora possui um caderno também, para anotar o rendimento do assunto com a turma.
Na apresentação do perfil da turma, a professora relatou que eles são alunos do ESEBA desde os quatro anos de idade, são falantes e fazem muitas perguntas. A internet seria a maior "rival" desses alunos.

-> Definição de horas a serem cumpridas na UFU e na Escola e da quantidade de aulas a ser ministrada pelas estagiárias.


1.       *Horários de aula dessa turma: terça (3º horário) 8:40h as 9:30h; quinta (2º horário) 7:50h as 8:40h e sexta (4º horário) 9:50h as 10:40h.

Apresentação

Aqui começam os relatos sobre os trabalhos de estágio supervisionado 1, das alunas de Biologia, Karla e Maria Lígia. Vamos começar com uma apresentação da sala e materiais.

A sala 1N145, dos alunos do 8º ano B possui:

  • 1 relógio de parede
  • 4 lâmpadas
  • 1 mesa do professor
  • 4 prateleiras para os alunos
  • 6 janelas
  • 2 lixos
  • 23 mesas e 23 cadeiras para os alunos – dispostos em cinco fileiras
  • 1 ventilador de parede
  • 2 quadros (giz e pincel)
 


Imagem - esquema da sala de aula